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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Seu livramento

Todos precisamos ser libertados às vezes, porque há muitos tipos de coisas que nos empurram para a escravidão. Deus sabe disso. Por que Jesus teria vindo como Salvador se não pre¬cisássemos de um? Por que ele nos teria ensinado a orar: "livra-nos do mal" (Mt 6.13) se não tivéssemos necessidade disso? Por que ele prometeria livrar-nos da tentação (2 Pe 2.9), das garras de pessoas perigosas (Sl 140.1), das tendências autodestrutivas (Pv 24.11), de todas as nossas tribulações (Sl 34.17) e da morte (2 Co 1.10) se ele não pretendesse fazer isso? Ele está pronto e disposto. Só temos de pedir. "Invoca-me no dia da an¬gústia: eu te livrarei, e tu me glorificarás" (Sl 50.15).
Mesmo que seu marido ache difícil admitir que precisa de ajuda - alguns homens sentem-se fracassados se não pude¬rem fazer tudo sozinhos -, as suas orações podem ser essen¬ciais para a libertação dele. Você pode orar ao Libertador para que o liberte do que quer que o esteja prendendo. Medi¬ante as suas orações, você pode ficar firme contra o inimigo que busca escravizá-lo. "Para a liberdade foi que Cristo nos li¬bertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais de novo a jugo de escravidão" (Gl 5.1).
Instrumentos de Poder

O Senhor é a minha rocha, a minha cidadela, o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo em que me refugio; o meu escudo, a força da minha salvação, o meu baluarte. Invoco o Senhor, digno de ser louvado, e serei salvo dos meus inimigos.
Sl 18.2,3

Porque a mim se apegou com amor, eu o livrarei; pô-lo-ei a salvo, porque conhece o meu nome.
Sl 91.14

Do alto me estendeu ele a mão e me tomou; tirou-me das muitas águas. Livrou-me de forte inimigo e dos que me aborreciam, pois eram mais poderosos do que eu. Assaltaram-me no dia da minha calamidade, mas o Senhor me serviu de amparo. Trouxe-me para um lugar espaçoso; livrou-me, porque ele se agradou de mim.
Sl 18.16-19

Pois da morte me livraste a alma, sim, livraste da queda os meus pés, para que eu ande na presença de Deus na luz da vida.
Sl 56.13

O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar aos pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos.
Lc 4.18

(Trecho retirado do livro O "Poder da Esposa que Ora.")

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Seu arrependimento


Todos cometem erros. Não é essa a questão. Mas existem hoje no mundo muitas pessoas que não querem admitir que erraram. Deus diz: "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 Jo 1.9). Mas, primeiro, temos de lamentar o que fizemos.
Se considerarmos como Deus faz as coisas, três são os passos para mudar o nosso comportamento. Primeiro temos a confissão, que é admitir o que fizemos. Depois vem o arrependimento, que é entristecer-nos com o que fizemos. Finalmente vem o pedido de perdão, que é ser purificado e libertado do que fizemos. A incapacidade ou resistência em dar qualquer desses três passos está arraigada no orgulho.
O indivíduo que não sabe humilhar-se para admitir diante de Deus e dos homens que estava errado terá problemas permanen¬temente em sua vida. "Tens visto um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há no insensato do que nele" (Pv 26.12).
Seu marido tem dificuldade para confessar suas faltas? Ou ele é do tipo de pessoa que sabe dizer "Sinto muito" vinte vezes por dia, mas o comportamento pelo qual se desculpa nunca muda? Em qualquer desses casos, ele precisa de um coração arrependido. Arrepender-se sinceramente significa ter tanto remorso pela sua ação que não irá repeti-la. Só Deus pode fazer-nos ver o nosso pecado como realmente é e sentir-nos como ele próprio se sente. "A bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento" (Rm 2.4). O arrependimento é uma obra da graça de Deus e podemos orar para que essa graça atue em nossos maridos.

Instrumentos de Poder

Amados, se o coração não nos acusar, temos confiança diante de Deus; e aquilo que pedimos, dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos, e fazemos diante dele o que lhe é agradável.
1 Jo 3.21,22

O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.
Pv 28.13

Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração: prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno.
Sl 139.23,24

Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim; e o meu vigor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado e a minha iniqüidade não mais ocultei. Disse: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniqüidade do meu pecado.
Sl 32.3-5

Ora, é necessário que o servo do Senhor não viva a contender, e, sim, deve ser brando para com todos, apto para instruir, paciente; disciplinando com mansidão os que se opõem, na expectativa de que Deus lhes conceda não só o arrependimento para conhecerem plenamente a verdade, mas também o retorno à sensatez, livrando-se eles dos laços do diabo, tendo sido feitos cativos por ele, para cumprirem a sua vontade.
2 Tm 2.24-26
Trecho retirado do livro "O Poder da esposa que ora."

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

SEU FALAR



Existem três coisas que lançadas ao vento são irreversíveis; a flecha lançada, a oportunidade perdida e a palavra pronunciada. Dessas três a que traz maior estrago é a palavra, pois é como tentar voltar para o tubo de pasta de dente a pasta que foi “espirrada” pra fora, é impossível trazer de volta todo o conteúdo, se tentarmos com cuidado pode até ser que consigamos colocar dentro do tubo alguma coisa, mas todo o conteúdo é impossível, ficam marcas por onde quer que se “espirre” a pasta. Com as palavras acontece o mesmo, depois que dizemos é tarde demais, não tem jeito de voltar atrás, ficamos para sempre escravos do que dizemos, seja para o bem ou para o mal. Estejamos sempre atentos e que possamos encher o nosso coração daquilo que é puro, reto e agradável aos olhos do nosso Deus para que não venhamos a pecar contra Ele e o nosso próximo.

“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem.” Efésios: 4:29
Flávia Lemos

Você conhece alguém que é rápido para falar, mas não considera com seriedade o que está dizendo? Ele explode em palavras sem pesar o efeito delas. "O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades" (Pv 15.28). Nossas palavras podem justificar-nos ou condenar-nos (Mt 12.37). Elas podem trazer-nos alegria (Pv 15.23), ou corrupção e desonra (Mt 15.11). O que dizemos pode edificar ou prejudicar a alma da pessoa com quem falamos (Pv 15.4). As conseqüências de nossas palavras são tão grandes que elas podem arruinar ou salvar as nossas vidas (Pv 13.3).Todos têm uma escolha sobre o que dizem e há recompen¬sas para quem faz a escolha certa. "O que guarda a sua boca e a sua língua, guarda a sua alma das angústias" (Pv 21.23). Observe como seu marido fala. O que sai da sua boca revela o que há em seu coração. "A boca fala do que está cheio o cora¬ção" (Mt 12.34). Se o ouvir queixar-se, falar negativamente, dizer coisas insensatas, ou pronunciar palavras que tragam destruição e morte à sua vida ou à de qualquer outra pessoa, ele está sofrendo de uma overdose de coração negativo. Ore para que o Espírito Santo convença o seu coração, enchendo-o com o seu amor, paz e alegria e lhe ensine uma nova manei¬ra de falar.
(Trecho retirado do livro "O poder da esposa que ora.")

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Seu caminhar



Já diz uma música do grupo logos “Há caminho, que ao homem,
Parece ser bom
Mas seu fim não é o melhor
A solução não está no que eu acho
Tenho que, sem reservas
Passo a passo, seguir a Jesus.”

A Bíblia revela muito sobre como devemos caminhar. Devemos andar com retidão moral porque "o Senhor... nenhum bem sonega aos que andam retamente" (Sl 84.11). Devemos andar sem falhas porque "o que anda em integridade será salvo" (Pv 28.18). Devemos andar com conselheiros piedosos por­que "bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios" (Sl 1.1). Devemos andar em obediência porque "bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos!" (Sl 128.1). Devemos andar com pessoas sábias porque "quem anda com os sábios será sábio" (Pv 13.20). Devemos andar com integridade porque "quem anda em inte­gridade anda seguro" (Pv 10.9).
Acima de tudo, devemos andar pelo caminho da santidade. "E ali haverá bom cami­nho, caminho que se chamará o Caminho Santo; o imundo não passará por ele, será somente para o seu povo; quem quer que por ele caminhe não errará, nem mesmo o louco" (Is 35.8). A melhor parte sobre andar no Caminho Santo é que mesmo que venhamos a fazer algo insensato, ainda assim não seremos expulsos dele.
Para meditação:Andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor.
Ef 4.1,2

O que anda em justiça, e fala o que é reto; o que despreza o ganho de opressão; o que com um gesto de mãos recusa aceitar suborno; o que tapa os ouvidos para não ouvir falar de homicídios, e fecha os olhos para não ver o mal, este habitará nas alturas; as fortalezas das rochas serão o seu alto refúgio, o seu pão lhe será dado, as suas águas serão certas.
Is 33.15,16

Tendo, pois, o amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne, como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus.
2 Co 7.1

Quem, Senhor, habitará no teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte? O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala verdade.
Sl 15.1,2

Os meus olhos procurarão os fiéis da terra, para que habitem comigo; o que anda em reto caminho, esse me servirá.
Sl 101.6
(Trecho retirado do livro O poder da esposa que ora)